A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) está adotando medidas inovadoras para o quadro de arbitragem em 2026. Após o anúncio da profissionalização dos arbitros, a entidade que regula o futebol nacional está disposta a fazer uma nova alteração nas regras para diminuir o número de reclamações por parte de jogadores, técnicos e dirigentes.
De acordo com informações apuradas pelo jornalista Raphael Zarko, do portal GE, a CBF vai exigir maior rigor por parte do seus árbitros em questões disciplinares durante as partidas. A medida tem como objetivo manter um nível de jogo mais dinâmico e diminuir o tempo perdido com discussões dentro de campo.
Na quinta-feira (16), representantes da CBF estarão presentes no 2º Encontro Nacional dos Tribunais de Justiça Desportiva na sede da entidade, no Rio de Janeiro. Durante a reunião, será debatido o tema das reclamações dentro e fora de campo com integrantes do Supremo Tribunal de Justiça Desportiva (STJD).
O órgão vinculadeo a CBF quer regulamentar um padrão de punições conforme a hierarquia dos profissionais ligados ao futebol. Na prática, jogadores que exagerarem nas reclamações receberão punições mais brandas em relação aos treinadores. Por outro lado, os dirigentes dos clubes serão sancionados com mais rigor.
Reclamações de arbitragem
No último domingo (12), o clássico entre Corinthians e Palmeiras foi alvo de reclamações públicas de ambas as equipes pela conduta do árbitro Flávio Rodrigues de Souza na partida. O profissional de arbitragem expulsou dois jogadores corintianos e foi protagonista de alguns lances polêmicos.
Pelo lado do Timão, os torcedores ficaram na bronca com um lance envolvendo o atacante Flaco Lopez, em uma dividida na área com o volante Breno Bidon. O jogador palmeirense utilizou o braço de forma anti-natural no rosto do atleta corintiano. Porém, Flávio Rodrigues não apresentou cartão vermelho.
Já pelo lado do Verdão, o clube chegou a publicar um vídeo nas redes sociais sobre um possível pênalti no meia-atacante Ramon Sosa.
Flávio Rodrigues e os profissionais de arbitragem do VAR consideraram o lance como uma disputa normal.






