Fundada em 2017 por Bruna Madureira e Gabi Ferreira, a ONG Zuzu For Africa surgiu com a proposta de resgatar a infância de crianças no continente africano, oferecendo melhores condições de vida à elas e suas famílias, e acabou ganhando visibilidade com o apoio de influenciadores e outras personalidades da mídia.
Entretanto, nesta semana, o nome da entidade ficou em evidência após o anúncio de que suas atividades em parte do território foram suspensas pelo governo do Bengo, uma das províncias de Angola, em razão da ausência de documentação.
Em suas redes sociais, a ONG publicou uma nota abordando o ocorrido, esclarecendo que os documentos foram solicitados pelo governo ainda em julho e entregues dentro do prazo. Apesar disso, o processo seguia aparecendo como “em andamento”.
A entidade afirmou ainda que, além de possuir representantes locais, também já foi amplamente elogiada por autoridades locais, que chegaram até mesmo a contribuir para o fortalecimento do trabalho.
Por fim, os responsáveis pela Zuzu For Africa reforçaram a intenção de continuar exercendo seu trabalho e afirmaram estar confiantes de que a situação será resolvida o quanto antes.
Polêmica com influenciadores pode ter influenciado medida contra a ONG
Embora o governo do Bengo tenha apontado que a suspensão da Zuzu For Africa tenha sido motivada por problemas com a documentação, uma polêmica envolvendo a ONG acabou alimentando rumores nas redes sociais.
Isso porque as influenciadoras Mari Menezes e Nathalia Valente foram até Angola para visitar a iniciativa, e os registros feitos por elas durante a viagem acabaram gerando críticas acaloradas de internautas.
Uma delas surgiu em publicações do ex-BBB e influenciador João Luiz, que criticou a exposição das crianças que são ajudadas pelo projeto e a “generalização” do continente africano. Posteriormente, as criadoras de conteúdo se defenderam, ressaltando que seu apoio resultou em impactos positivos para a ONG.






