Por conta de todos os avanços que o documento oferece, o governo federal vem intensificado as campanhas de emissão da nova Carteira de Identidade Nacional (CIN), que promete simplificar a vida dos brasileiros.
Isso porque o registro unificará diferentes dados de identificação, permitindo ao cidadão incluir informações como o número do título de eleitor e do certificado de reservista, além do CPF, que já aparecia no documento antigo.
Só que como grande parte da população ainda utiliza o tradicional Registro Geral (RG), em vigor há mais de oito décadas, a introdução da CIN levantou questionamentos entre os cidadãos, que se perguntam se o novo documento implicará na emissão de um segundo RG.
Todavia, é importante destacar que esta é justamente uma das principais alterações do novo documento, que agora utilizará o CPF como número de identificação, individualizando a CIN no território nacional.
Além disso, o governo também determinou que o RG só continuará em vigor até 28 de fevereiro de 2032. A partir da data, apenas a CIN terá validade, consolidando-se assim como o principal documento de identificação com foto, além da Carteira de Trabalho e a habilitação (CNH).
É possível ter mais de um RG?
Vale lembrar que, até então, os cidadãos brasileiros poderiam ter mais de um RG, já que cada unidade federativa emitia seu próprio documento e a numeração não era unificada. Logo, cada pessoa poderia ter até 27 números diferentes.
Como, além de gerar confusão, essa possibilidade também facilitava a ocorrência de fraudes, o governo decidiu adotar o CPF como principal dado da CIN, pois trata-se de um registro pessoal e intransferível.
Como substituir o RG pela CIN?
Ainda que a CIN seja a substituta do antigo RG, o processo de solicitação do documento é semelhante, considerando que ainda é necessário agendar uma visita aos órgãos de identificação estaduais para dar entrada no pedido de emissão.
Na data marcada, é necessário comparecer com o CPF, certidão de nascimento ou casamento e, em alguns casos, um comprovante de residência em mãos. Além disso, também é recomendável apresentar os documentos adicionais, que serão inseridos na CIN.
O prazo de entrega da CIN varia de acordo com o estado, mas geralmente leva entre 12 dias úteis e 30 dias. Após a emissão da versão física, os cidadãos também terão acesso a uma versão digital do documento, que pode ser acessada pelo aplicativo Gov.br.





