As bicicletas compartilhadas têm ganhado cada vez mais espaço nas grandes cidades brasileiras, consolidando-se como uma opção eficiente de mobilidade urbana. Ao mesmo tempo em que oferecem praticidade e economia, também incentivam hábitos mais saudáveis e sustentáveis.
Nesse contexto, destaca-se a iniciativa do Wellhub — antes conhecido como Gympass — em parceria com a Tembici, empresa que administra projetos como o Bike Itaú. Por meio do plano Silver, usuários podem utilizar tanto bicicletas convencionais quanto elétricas em diferentes localidades do país.
Parceria Itaú e Gympass
Atualmente, o serviço está disponível em São Paulo, Rio de Janeiro, Recife, Salvador e Porto Alegre pelo aplicativo Bike Itaú, e em Brasília, Curitiba, Belo Horizonte, Florianópolis e Riviera de São Lourenço por meio do aplicativo Tembici.
O plano oferece ao usuário a possibilidade de realizar até 20 viagens mensais sem custo adicional. Ultrapassado esse limite, cada deslocamento extra tem tarifa de R$ 6,90. Além disso, existem regras quanto ao tempo de utilização: nos dias úteis, cada viagem pode ter duração de até 1 hora, enquanto nos finais de semana o tempo permitido é de até 2 horas. Caso esse período seja excedido, passa a ser cobrada uma taxa por minuto extra — R$ 0,20 para bicicletas convencionais e R$ 0,40 para modelos elétricos.
Para ter acesso ao serviço, é indispensável que o e-mail informado no aplicativo da Tembici ou do Bike Itaú coincida com aquele registrado na conta Wellhub. A ativação do benefício exige o cumprimento de três etapas:
- Primeiro, baixar o aplicativo correspondente à cidade de uso — Bike Itaú ou Tembici.
- Em seguida, realizar o cadastro, fornecendo os dados pessoais solicitados.
- Por fim, acessar a plataforma Wellhub, selecionar a cidade desejada e ativar o plano exclusivo.
Bicicletas compartilhadas
O sistema de bicicletas compartilhadas chegou ao Brasil em 2011, no Rio de Janeiro, com a implantação do Bike Rio, patrocinado pelo Itaú. A iniciativa rapidamente se espalhou para outras capitais e passou a ser reconhecida como uma alternativa de micromobilidade prática e sustentável.






