Criado pelo governo federal, mas administrado pelas prefeituras, o Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico) é um instrumento de coleta de dados e informações que auxilia na identificação das famílias brasileiras de baixa renda.
Por conta disso, o sistema funciona como uma porta de entrada para programas de assistência social e redistribuição de renda, garantindo que pessoas sem condições de manter sua subsistência possam cobrir despesas básicas essenciais.
Cada auxílio tem critérios de adesão e limites próprios. No entanto, beneficiários em determinadas situações financeiras podem acumular mais de um, e assim alcançar uma renda mensal que pode chegar a mais de R$ 3 mil. Dentre os benefícios principais, destacam-se:
- Bolsa Família: garante uma renda básica mensal de R$ 600, que pode ser ampliada por condições específicas;
- Auxílio-Gás: ajuda no custeio do botijão de gás com um pagamento bimestral de R$ 108;
- Auxílio Emergencial: apoio financeiro em situações de crise, como emergências sanitárias ou econômicas, que pode variar no ato do pagamento.
É importante ressaltar que, para garantir o acesso a todos os benefícios, os dados do CadÚnico devem estar sempre atualizados, assegurando que os critérios de elegibilidade de cada programa sejam devidamente verificados pelo governo.
Como se inscrever no CadÚnico?
Apesar de existir um aplicativo do CadÚnico, a inscrição de novos beneficiários precisa ser feita presencialmente em um Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) ou em outros pontos indicados pelas prefeituras.
Na ocasião, é necessário levar não apenas os próprios documentos pessoais como RG, CPF e comprovante de residência, mas também o de todos os membros da família que residem na mesma casa, a fim de calcular a renda per capita.
Isso porque benefícios como o Bolsa Família, por exemplo, só são liberados caso o ganho mensal da família seja de R$ 218 por pessoa. Contudo, também há vantagens para quem recebe até três salários mínimos, como isenções em concursos ou descontos em algumas tarifas.
