Desde 2022, o governo federal tem divulgado o projeto da Carteira de Identidade Nacional (CIN), o mais novo documento, que se destaca pela ampla gama de informações de identificação que reunirá.
E vale destacar que a emissão da credencial não é opcional, considerando que ela substituirá oficialmente o antigo Registro Geral (RG), que só poderá ser utilizado até 2032, conforme estabelecido pelas leis 10.977/2022 e 14.534/2023.
Isso significa que os cidadãos brasileiros dispõem de aproximadamente 6 anos para substituir o documento, e assim garantir a atualização de seus dados e a posse de uma identificação oficialmente regularizada.
Segundo informações do governo, assim como o RG, o CIN já está disponível em versão física ou digital e, dentre as diversas informações que exibirá, contará até mesmo com dados como o número do CPF.
Para o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), é fundamental que os cidadãos antecipem a emissão do novo documento, pois além de assegurar a regularização precoce, a atitude ainda previne transtornos decorrentes do acúmulo de demandas, como possíveis atrasos.
Solicitando o CIN: procedimento para emitir a nova identidade
Houve poucas alterações no procedimento de emissão do CIN, já que continua sendo necessário agendar a emissão nos Institutos de Identificação de cada estado, assim como ocorre com o RG. Para isso, basta localizar a federação no site oficial do governo federal.
Na data marcada, é necessário comparecer com alguns documentos, como CPF, certidão de nascimento ou casamento, comprovante de residência (em alguns estados), fotos 3×4 (caso não seja possível tirá-las no momento) e, se disponível, o documento de identidade original.
Vale destacar que a primeira emissão da CIN pode ser solicitada de forma gratuita, mas o prazo de emissão da versão física pode variar conforme a localidade. Já a versão digital é disponibilizada imediatamente após a realização do procedimento através do aplicativo oficial do documento.
