

BORBULHANTE
Papo informal, ontem pela manhã, reuniu o presidente do Clube Bom Pastor, Catgut Bandeira Moraes e seu vice Paulo Costa, Ricardo Zacaron, Eumar Werneck e CR.
O assunto não era outro senão a Noite Borbulhante, o grande pré-carnavalesco do dia 6 de fevereiro.
TRAGÉDIA EM PARIS
O ataque de ontem que matou 12 pessoas na sede de uma revista de sátira, em Paris, é condenável sob todos os aspectos.
E mostra, ao mundo, que a luta contra o terrorismo precisa da união de todos.
A PROPÓSITO
Eleonora (Lê) Oliveira, juiz-forana que há muitos anos mora na França, durante todo o dia postou nas redes sociais as manifestações de pesar na região de Aix-en-Provence e Marselha.
NOVO CENÁRIO
Um dos blocos mais festejados da cidade, o Parangolé Valvulado vai concentrar na Praça da Estação, dia 8 de fevereiro.
O frevo-enredo será em homenagem ao Clube da Esquina e o ensaio geral (e único) está marcado para o dia 25, no Cultural.
ANTENADO
Moradores do Jardim da Serra, Fernando Amorim e Adilson Zappa conversavam, ontem, sobre “a precariedade dos serviços da Oi e a falta de investimento gerando grandes dissabores aos clientes”.
Segundo Fernando, seu telefone “está mudo há 30 dias e a Oi insiste em informar que o problema é interno, mesmo caso relatado pelo Zappa”.
E aí, Oi?
FESTAS NOS EUA
O premiado cineasta Marquinhos Pimentel passou o Natal e Ano Novo nos EUA, ao lado dos pais, Elam e Marcos Alfredo Pimentel, e dos sobrinhos Davi e Yan.
Eles foram hóspedes de Fernanda Pimentel, que há nove anos mora em Atlanta e acaba de dar a luz a Nicholas.
NA EXPECTATIVA
De volta ao Brasil, os planos são continuar acompanhando a trajetória do filme “Sopro”, que cumpre circuito de exibição por diversos cinemas do país, sempre bem recebido por público e crítica.
E também a expectativa para o resultado do Prêmio Cinema Tropical, no próximo dia 21, na sede do “New York Times”. Ele é um dos indicados a “melhor direção de documentário”.
TEMPO DE RAIOS
Os últimos e fatais incidentes registrados no litoral paulista, levaram a Cemig a alertar sobre o aumento da incidência de raios durante o período chuvoso e os riscos para a população.
A começar, porque Minas é um dos locais que mais registram ocorrências de raios com média anual de 1,1 milhões de descargas atmosféricas.
E todo cuidado é pouco: a Zona da Mata é a mais vulnerável, seguida pelo Sul de Minas e região metropolitana de Belo Horizonte.







