Unidos pelas letras

Carla, Berg, Fred e Evandro promovem o lançamento conjunto de seus livros (Divulgação)
Carla Lima Abreu Cruz, Berg Morazzi, Evandro Aléssio e Fred Furtado têm em comum a paixão pelas letras e por colocar no papel o que vai na cabeça e no coração de cada um. E é daí que surgiu o Quarteto Literário, grupo que lança neste sábado, em Barbacena, os quatro primeiros livros da iniciativa, sendo dois de prosa e outros dois de poesia. O evento terá início às 19h no restaurante do Hotel Master Plaza.
A ideia surgiu por meio de Evandro Aléssio, que em 2013 resolveu promover um encontro de amantes da literatura. Já no ano passado, com o nome Quarteto Literário escolhido, começaram a se reunir às quartas-feiras com um propósito definido: lançar quatro livros em 2015, um para cada autor. A cada reunião, os integrantes mostravam os textos e poesias que haviam escrito, trocavam ideias, opiniões e registravam em áudio, vídeo e ata o resultado de cada encontro – num processo que, segundo ele, serviu de inspiração e motivação para a conclusão das obras.
Dos integrantes do Quarteto Literário, dois são estreantes. Carla Lima Abreu Cruz é autora de “A um sonho feito em fumaça…”, reunião de suas poesias sobre momentos preciosos de sua vida, paixões, desilusões, o amor pela aviação e um olhar sobre o entorno onde vive. Já Berg Morazzi, que largou o curso de direito para se dedicar à arte de escrever, é o autor de “Sobre a lucidez e outras farsas”, em que reúne diversos contos. Além de ter material para outra coletânea, ele está na finalização de seu primeiro romance.
Dividindo-se entre a literatura e o Exército Brasileiro, Evandro Aléssio chega a seu quarto livro, “O poeta de Gastropinelândia”. O autor, nascido em Barbacena, já teve alguns de seus trabalhos anteriores traduzidos para cinco idiomas. Fred Furtado, por sua vez, é autor de “Andarilho, contos crônicos de um louco errante”, seu segundo trabalho – anteriormente, já havia publicado “A vida em jazz, contos para jazzeificar a vida”. Entre outras atividades ligadas ao mundo cultural, ele trabalhou no lançamento do Polo Audiovisual de Cataguases e foi presidente da Fundação de Cultura de Barbacena.









