A mesma situação ocorre com cerca de R$ 12 milhões que seriam investidos em pavimentação. Segundo o prefeito, o Município fez o dever de casa, ficando sem qualquer pendência no Tesouro, mas, mesmo assim, o dinheiro continua no campo das possibilidades. “Depois do Plano Real, essa é a mais grave crise que vivemos”, acentuou. No caso local, Bruno observou que ainda há outras fontes de arrecadação, como o ISS e repasses do ICMS, além de políticas de anistia para quitação de dívidas, mas, em municípios em que não há essa política, com dependência única do FPM, o cenário é de total falta de perspectiva.
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