Questionada sobre as eleições do ano que vem, e sobre possíveis repercussões no seu partido em decorrência das denúncias ora em curso, Margarida repetiu o que já vem dizendo há algum tempo. “Vamos fazer a travessia para, só a partir daí, pensarmos no ano que vem. Estamos vivendo um dia após o outro.” Para a parlamentar, o momento não é adequado para a discussão das demandas eleitorais de 2016, uma vez que há questões prioritárias a serem discutidas, inclusive no Partido dos Trabalhadores. Seu foco, hoje, é engrossar a base de apoio do Governo na Câmara Federal.
A Tribuna de Minas não se responsabiliza por este conteúdo e pelas informações sobre os produtos/serviços promovidos nesta publicação.
Os comentários não representam a opinião do jornal; a responsabilidade pelo seu conteúdo é exclusiva dos autores das mensagens. A Tribuna reserva-se o direito de excluir postagens que contenham insultos e ameaças a seus jornalistas, bem como xingamentos, injúrias e agressões a terceiros. Mensagens de conteúdo homofóbico, racista, xenofóbico e que propaguem discursos de ódio e/ou informações falsas também não serão toleradas. A infração reiterada da política de comunicação da Tribuna levará à exclusão permanente do responsável pelos comentários.




