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Vendido na História

Governadores aliados não ajudaram Flávio no 2º turno da disputa presidencial, avalia staff do filho Zero Um de Bolsonaro

Por Leandro Mazzini

Principais aliados de Flávio Bolsonaro em três dos grandes colégios eleitorais do Brasil, os governadores Tarcísio de Freitas (SP), Cleitinho Azevedo (MG) e Ronaldo Caiado (GO) não ajudaram o presidenciável na transferência de votos no 2º turno. Flávio foi rifado. Pelo comparativo dos votos nestes Estados, Lula avançou muito mais que o bolsonarista. Em goiás, Flávio ganhou 294 mil votos do 1º para o 2º turno, e Lula saltou para 397 mil votos a mais. Em Minas, Flávio ganhou mais 464 mil votos entre os turnos, e o petista cresceu estupendos 1,16 milhão de votos. Em São Paulo, Flávio conquistou mais 1,21 milhão de votos, e Lula conseguiu mais 2,61 milhões. A constatação no staff de Flávio até hoje é que os governadores não se esforçaram tanto quanto ele esperava, apareceram para fotos e o deixaram sozinho na corrida.

Cada um por si

Outra aposta dos bolsonaristas – a ala que aceita o resultado das urnas, que é a maioria – é que o eleitor do Lula que não apareceu no 1º turno seguiu em peso para as seções no 2º. O que apontam entre portas é que os governadores já com a vida resolvida liberaram a militância para voto, em vez de puxar para Flávio.

Corre, menino!

No dia que o Senado votou a PEC da Segurança (mas sem debater redução da maioridade), um agente federal, segurança do deputado Marcelo Freixo (PT-RJ), teve o celular roubado na mão grande por um moleque na Zona Sul, perto da residência do parlamentar. O menino soltou o aparelho no chão ao ouvir estampidos de tiros (para cima) dos dois agentes, segundo testemunhas.

Calma, mercado

O presidente Lula da Silva deve fazer um pronunciamento até domingo para informar que vai se virar para manter o saldo no azul, na linguagem mais popular. Embora o discurso aponte para tranquilizar o mercado. Sem citar, evidentemente, que houve estelionato eleitoral em muitas promessas sociais com dinheiro que não existe.

Eita, Marina!

No final de um discurso ontem, a deputada Marina Silva o encerrou homenageando os eleitores que votaram em Lula da Silva “com a seguinte quadrilha. Digo, quadrinha”. O susto foi grande entre os presentes. Mas passou. Mas há quem acredite mesmo nisso. E não são poucos.

Elas na OAB

Quatro mulheres devem disputar a presidência da seccional OAB em Minas Gerais a partir da campanha, cujo marco inicial é a Conferência Mineira de Advocacia iniciada ontem. Em quase 100 anos de História essa é a 1ª vez que uma mulher pode chegar ao comando da OAB no Estado. As candidatas são as advogadas Ângela Botelho, Carla Silene, Helena Delamônica e Luciana Nepumoceno.

Energia do futuro

O potencial de investimentos na produção de biogás e biometano a partir resíduos do saneamento da agroindústria e do setor sucroenergético no Nordeste serão temas da 7ª edição do Circuito Biogás nos Estados. Promovido pela ABiogás e apoio da POLI/UPE, o encontro gratuito acontece hoje. Josiani Napolitano, presidente da entidade, destaca a urgência em conectar produtores, investidores e consumidores para destravar projetos.

Leandro Mazzini

Leandro Mazzini

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