A Medicina de que o mundo precisa começa com você

Chega um momento em que a escolha ganha forma


Por Tribuna de Minas

13/04/2026 às 11h29

Suprema
Turma XXXI

Para quem decide seguir a Medicina, esse passo envolve tempo, dúvidas, recomeços e, principalmente, a forma como cada pessoa se enxerga no cuidado com o outro.

Na Faculdade de Ciências Médicas e da Saúde de Juiz de Fora – Suprema -, essa construção acompanha toda a trajetória do estudante, com atividades práticas desde os primeiros períodos, vivências em diferentes contextos de atendimento e uma relação próxima entre alunos, professores e equipe.

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Letícia Trindade, 2º período

Para a acadêmica Letícia Silva da Trindade, do 9º período, a decisão começou a tomar forma ainda no Ensino Médio.

“Ser médica parecia algo distante e impossível para mim, a princípio. Mas, durante uma competição de robótica, desenvolvemos um projeto voltado à saúde de astronautas. Ali eu percebi que, se estava pensando em algo tão distante, também poderia sonhar mais alto e me enxergar de jaleco, ajudando e servindo.”

Hoje, ela entende a Medicina como um caminho de entrega. “Acredito que não há sentido no viver se não nos doarmos ao cuidado com o outro. Para mim, a Medicina é uma forma muito concreta de estar ao lado de alguém em um momento de vulnerabilidade, nem que seja com atenção e palavras de conforto.”

Na vivência acadêmica, esse olhar se fortalece no cotidiano. “O que mais me encanta na Suprema é que todo mundo tem nome. A gente não é tratado como número. E isso se reflete no cuidado com o paciente: não é um diagnóstico, é alguém que tem história, que é importante para outras pessoas”, destaca Letícia.

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Viviana Gomes, 4º período

Já a trajetória da acadêmica Viviana Santos Gomes, do 4º período, também seguiu um caminho diferente até chegar à Medicina. Portuguesa, formada em Biomedical Sciences pela Queen Mary University of London, ela viveu entre Portugal e Inglaterra antes de se estabelecer em Juiz de Fora.

“Eu sempre quis fazer Medicina, mas era um sonho que fui adiando. Formei-me em outra área, segui outros caminhos, até perceber que era o momento de retomar essa vontade.”

A mudança de país também fez parte dessa decisão. “Quando vim para o Brasil, entendi que poderia recomeçar. Conversei com minha família e recebi a indicação da Suprema. O acolhimento foi determinante nesse processo.”

Hoje, ela resume a escolha de forma direta: “A Medicina, para mim, representa uma paixão. É uma das profissões mais humanas, porque cuida do outro em sofrimento, em vulnerabilidade.”

Na experiência dentro da instituição, uma das coisas que mais chama a atenção da Viviana é o ambiente. “A Suprema tem uma vivência muito próxima. Eu conheço professores, funcionários, as pessoas se conhecem. Existe uma preocupação real com o aluno, não só com o desempenho, mas com a pessoa. Isso faz muita diferença.”

Além desse ambiente próximo, a formação inclui prática ao longo do curso, atividades em unidades de saúde, vivências hospitalares e o uso de laboratórios que simulam atendimentos, aproximando o estudante da rotina médica desde os primeiros períodos.

É nesse processo que a formação do curso nota máxima no MEC se consolida, no contato contínuo com o cuidado, com as pessoas e com os desafios da profissão. Ao longo desse caminho, a escolha pela Medicina deixa de ser apenas uma ideia e passa a ganhar forma em cada trajetória.
É também aí que começa, de fato, a Medicina de que o mundo precisa.

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