Seis meses após tomar posse, o reitor da Universidade Federal de Juiz de Fora, Júlio Chebli, entrou de férias. Num prazo tão curto, a medida provocou especulações de toda sorte. Para alguns, o pedido se justifica em questões pessoais, inclusive acadêmicas, para conclusão de projeto de pesquisa. No entanto, os bastidores também apontam para um possível pedido de renúncia que ele teria apresentado, mas que foi rejeitado pelo seu próprio grupo, há cerca de uma semana, sob o argumento de não fazer sentido, depois de uma campanha em que houve empenho coletivo para a sua eleição. Pesquisador por vocação, Chebli teria ficado de dar uma resposta quando retornar ao trabalho. Até lá, os bastidores serão pródigos em especulações.
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