O Brasil deve ter um déficit primário de 0,66% do PIB em 2025, de acordo com projeções da Instituição Fiscal Independente, que tem como secretário-executivo o ex-deputado Marcus Pestana. Além do comportamento de receitas e despesas do atual exercício, há também uma tendência de deterioração, à médio prazo, chegando a déficits de 3,0% do PIB, em 2032, é de 2,7% em 2035. A única virtude – aponta o relatório – é a tomada de consciência sobre a gravidade da situação. “A discussão instalada sobre aumento de tributos e corte de gastos revela tomada de consciência sobre a gravidade da situação fiscal e a necessidade de uma reforma profunda das finanças públicas.”
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