Filho que trabalhava no cartório do pai comete crime, é acobertado, e ambos pegam 3 anos de prisão

Justiça condena tabelião e escrevente por peculato na cidade de Inhapim; eles também terão que pagar multa e indenização


Por Tribuna

04/04/2025 às 15h07- Atualizada 04/04/2025 às 15h11

Pai e filho, da cidade de Inhapim, no Vale do Rio Doce, foram condenados a três anos, um mês de dez dias de reclusão, pagamento de indenização por danos morais e materiais e 15 dias-multa. Segundo o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), que ajuizou as duas ações penais, a condenação foi por peculato, ou seja, apropriação de dinheiro por funcionário público em razão do cargo.

Em março de 2022, conforme a acusação, o filho pegou dinheiro de pessoas que procuraram o cartório para fazer escrituras. Já o pai, responsável pelo cartório, tomou conhecimento das irregularidades e se omitiu.

A Justiça determinou também a perda das funções públicas de tabelião e escrevente substituto, respectivamente, por conta das infrações.

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