Projeto prevê Caminho do Rosário como patrimônio imaterial de JF
Objetivo da matéria é reconhecer a celebração religiosa como típica da cultura e das práticas sociais do município

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Adicionar Tribuna de MinasFoi apresentado, na Câmara Municipal de Juiz de Fora, pelo vereador Marlon Siqueira (PP), o projeto de lei (PL) que declara como patrimônio cultural e de natureza imaterial “O Caminho do Rosário”. No texto do projeto, consta que o objetivo é saudar os plurais grupos sociais que formam memória, identidade e história na cidade.
Além disso, na justificativa, Marlon Siqueira faz menção a trajetória e a grandiosidade das comemorações que envolvem as celebrações do Caminho do Rosário. “A ideia foi amadurecida e compartilhada com os dirigentes da Paróquia, quando se reuniram para preparar a primeira festa da padroeira com a presença dos frades franciscanos. Todos abraçaram a ideia e puseram-se a divulgar entre os moradores, os fieis. Frei Carlos Roberto de Oliveira Charles ainda incentivou a participação de fieis da paróquia irmã Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, no Monte Castelo”, completou.
Expressão de fé
Segundo a Arquidiocese de Juiz de Fora, a caminhada é uma expressão de fé dos devotos de Nossa Senhora do Rosário, que realizam um trajeto de quase nove quilômetros enquanto rezam os quatro terços que fazem parte do Rosário. O idealizador, Frei Carlos, enxerga com sucesso a dimensão missionária do evento, que conta com a participação das paróquias da Zona Norte de Juiz de Fora.
“Isso é muito significativo para a nossa forania e também para a Arquidiocese, uma vez que demos testemunho devocional e expressamos simbolicamente a caminhada do povo de Deus enquanto Igreja”, disse.
Bruna Furtado, estagiária sob supervisão da editora Fabíola Costa









