Treze salas arrombadas em prédio da Getúlio

Pelos corredores dos andares era fácil perceber as marcas da ação criminosa
Treze salas de um edifício comercial na Avenida Getúlio Vargas, Centro, amanheceram arrombadas ontem, totalizando um prejuízo de cerca de R$ 3.500 às vítimas, além dos danos causados. Dos nove andares do prédio, apenas o terceiro não foi alvo dos ladrões. De acordo com informações da Polícia Militar, a suspeita é de que os criminosos agiram entre a noite de sábado e domingo, já que o centro comercial teve as portas fechadas na tarde do primeiro dia do fim de semana. Os arrombadores teriam subido na marquise e passado por um telhado para terem acesso ao interior do edifício. Os bandidos teriam tido tempo para agir, já que chegaram até a desparafusar um portão de ferro, que protegia alguns estabelecimentos.
O crime foi descoberto por volta das 7h30 de ontem, quando funcionários e proprietários das salas começaram a chegar para trabalhar. Pelos corredores dos andares era fácil perceber, na manhã de ontem, as marcas da ação criminosa. No sexto pavimento, por exemplo, um escritório de consultoria e projetos teve o vidro estilhaçado. Outras portas foram forçadas ou tiveram suas fechaduras estouradas. Conforme a PM, os ladrões estariam atrás apenas de dinheiro em espécie, já que chegaram a revirar cômodos onde havia objetos de valor como notebook, celulares e outros eletrônicos, e os mesmos não foram carregados.
Do montante levado, R$ 3 mil pertenciam a uma clínica de estética. Os outros cerca de R$ 500 foram furtados de salas em que funcionavam escritórios de segmentos diversos, como contabilidade e advocacia. O arrombamento mudou a rotina do prédio ontem, e a presença de viaturas da PM em frente ao local chamou a atenção de pedestres e motoristas que passaram pela Getúlio Vargas. Um porteiro que trabalha há 11 anos no edifício contou que, embora já tenham ocorrido outros arrombamentos seguidos de furtos, essa teria sido a primeira vez em que o prédio foi invadido dessa forma, sendo vasculhados todos os andares.
Policiais militares fizeram contato com as vítimas e relacionaram o prejuízo sofrido por elas. Peritos da Polícia Civil também foram acionados e realizaram os levantamentos de praxe. Nenhum suspeito foi apontado, e o caso será investigado pela 7ª Delegacia de Polícia Civil.







