Na orelha da bola
A COPA, O PAN E UM MASSACRE
A Fifa define hoje onde serão os jogos da Copa do Mundo de 2014. O Maracanã vai sediar a final, isso já está definido, é domínio público. Belo Horizonte, que está bonitinha dentro do cronograma, sonha em fazer o jogo de abertura no Mineirão, o que seria a maior surpresa de todos os tempos na história da entidade máxima do futebol. O pontapé inicial será dado no estádio do Corinthians de Andrés Navarro Sanchez, que ainda não existe, mas será erguido com dinheiro público – por favor, não me venham com essa balela de renúncia fiscal. Aliás, o Governo federal podia construir um campinho no sítio do meu avô lá na Miragaia, seria muito bem-vindo. A Belo Horizonte e Brasília restarão outros jogos da Seleção Brasileira no decorrer do Mundial, caso ela avance, tipo oitavas de final, quartas… quem sabe até uma semifinal, seja de que time for. E passa a mão no toco.
Não me espanta nem um pouco a atenção modesta que o público tem dispensado aos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, mesmo estando lá alguns de nossos mais brilhantes atletas, como César Cielo, Thiago Pereira, Fabiana Murer, Maurren Maggi, as meninas do vôlei etc. Mesmo estando eles a um ano dos Jogos de Londres, mesmo estando nós mesmos a cinco anos de sediar as Olimpíadas. Não me surpreende porque, mesmo em tempos de iPhone, YouTube, iPad, YouPorn, i-isso e You-aquilo, com a informação a uma dedada de distância, as pessoas ainda precisam que seja dito a elas do que gostar.
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O Botafogo perdeu do Santos por 2 a 0 ontem. OK. Perdeu a chance de liderar o Brasileiro. Ok.
E o Flamengo, perdeu o quê? O rumo de casa: 4 a 0. E em pleno Engenhão, Mengão??? Ajuda aí…









