Triathletas de JF no Ironman 70.3 Brasil em Foz do Iguaçu

Prova cumpre a metade do percurso total da mais desafiadora das distâncias da modalidade.
Os homens de aço de duas equipes de Juiz de Fora vão entrar em ação em Foz do Iguaçu, no Paraná, a partir das 9h30 de neste sábado (29). Os triatletas da equipe Vidativa Brener Belozi (Bom Pastor), Thiago Alvim, Rafael Teixeira (Bom Pastor) e Renato Lucas, além dos da Saúde Performance Leonardo Poncinelli, Pablo Gomes, Marino Liberato e Marcelo Pasquini encaram o desafio do Ironman 70.3 Brasil, prova que cumpre a metade do percurso total da mais desafiadora das distâncias da modalidade.
Em prova que acontece ao redor do lago da represa de Itaipu, tem parte de seu percurso no Paraguai e retorna ao Brasil, os locais vão encarar 1,9km de natação, 90,1km de ciclismo e 21,1km de corrida. Belozi, Alvim, Teixeira e Lucas estão todos inscritos na mesma categoria, a 30 a 34 anos, mesma faixa de Gomes e Liberato. Já Pasquini estará entre os atletas de 35 a 39 anos, e Poncinelli, na 45 a 49 anos.
Um dos mais experientes do grupo da Saúde Performance ao lado de Poncinelli, Pasquini vai para seu terceiro Meio-Ironman e espera fazer um bom tempo em uma prova inédita no local onde acontece esse ano. "As expectativas são as melhores possíveis. Quero fechar em menos de 5h, mas como é a primeira vez que acontece a competição lá nesse formato, não há muitos parâmetros. Creio que o negócio é deixar fluir e se entregar a cada etapa", pretende. Para Gomes, o mais importante já aconteceu. "A prova é a cereja do bolo. O interessante é o processo, os quilômetros percorridos nos treinos com os amigos. Só espero na hora que o tempo esteja bom para poder curtir bastante", deseja.
O grupo da Vidativa tem Alvim estreando em provas de longa distância, depois de uma preparação de dez meses. "Por se tratar da minha primeira prova dessas, meu principal objetivo será completar todo o percurso. Não vou pensar no tempo, mas em ganhar experiência para provas mais duras que pretendo realizar", deseja. Experiente, Belozi estipulou tempo parecido ao de Pasquini. "Acho que será difícil e, como toda prova de longa distância, é complicado estipular metas, pois muita coisa pode acontecer. Venho me recuperando de uma virose nas duas últimas semanas, mas não perdi o foco. Tenho minha meta, que é terminar em até 5h, mas sei que não será fácil."









