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Desimpedido na banheira


Por PEDRO BRASIL

14/09/2013 às 07h00

Inocência e burrice

O Houaiss define inocência como qualidade de quem é incapaz de praticar o mal. Pensar nessa definição e aplicar esse conceito a Romildo Fonseca da Silva e à Aparecidense é impossível. A aparição de Esquerdinha- sorrateiramente próximo à trave – conforme consta em vídeo veiculado no site da Tribuna – faz quem estava no Mário Helênio ter convicção que a ação do massagista não pode ter sido instintiva. Os fatos estão expostos e a decisão de definir a inocência(ou a falta dela) de Esquerdinha, da Aparecidense e do árbitro Arilson Bispo da Anunciação está nas mãos do STJD. Vamos torcer para que não aconteça nenhuma aberração nos Tribunais.

Outra concepção de inocência – ingenuidade excessiva, ignorância – também pode ser aplicada em outro caso com repercussão nacional. Após a vitória por 2 a 1 contra o Santos na última quinta-feira, Elias – principal atleta do Flamengo – admitiu que teria forçado o terceiro cartão amarelo para descansar. Vale lembrar que, há alguns dias, Valdívia recebeu suspensão de dois jogos por ter declarado que forçou o cartão amarelo em jogo do Palmeiras. O Tribunal entrou em ação e enquadrou o jogador, que foi julgado e condenado.

Nos dois casos, na minha humilde opinião, a inocência beira a estupidez. Seja de Elias, que não usou o máximo da sua massa encefálica ao dar entrevista, ou do massagista que quer fazer de besta um clube, uma cidade e dar um migué na ética.

Vamos aguardar para ver quem são os espertos, os estúpidos e os inocentes dessas histórias.