Erramos: Tribuna publica resposta de candidato sobre cultura
Na versão impressa do jornal, por um erro editorial, resposta de Wilson Rezato sobre a Funalfa não foi publicada
No último domingo, a Tribuna publicou uma reportagem sobre a situação orçamentária da Funalfa, que tem sofrido com perdas na capacidade de investimento em cultura ao longo dos últimos anos. A matéria do repórter Mauro Morais mostrava que a diminuição se dá por diversos fatores, como convênios que não se concretizam, repasses que não são feitos e contingenciamentos. Em 2020, por exemplo, o orçamento previsto é de R$ 26,1 milhões, mas o valor empenhado até agora pela pasta é da ordem de R$ 6,1 milhões, menor que o do ano passado, de R$ 6,6 milhões. Dentro do projeto Voto & Cidadania, a Tribuna perguntou aos candidatos à Prefeitura de Juiz de Fora quais seriam seus planos para reverter este quadro. À exceção dos candidatos Marco Felício (PRTB) e Eduardo Lucas (DC), todos os candidatos e candidatas responderam ao questionamento, e suas propostas foram publicadas nas versões impressa e web da Tribuna. Elas podem ser conferidas aqui. Na versão impressa da Tribuna, todavia, por um erro editorial, a resposta do candidato Wilson Rezato (PSB) foi publicada errada, com um texto que se referia a outro assunto já abordado pelo Voto & Cidadania: mobilidade urbana. Abaixo segue a resposta correta do candidato sobre a cultura, que já havia sido publicada na reportagem original em sua versão web.
Wilson Rezato (PSB)
O primeiro passo é a revisão do Plano Municipal de Cultura, que se alinha ao Plano Nacional de Cultura. Isso porque nele estão contidas propostas que são inexequíveis, sem recursos destinados, como é o caso do vale cultura, que é implementado a nível nacional e que, no âmbito municipal, não se aplica. A revisão deve ser debatida com a classe e com o Conselho Municipal de Cultura. Sobre a Lei de Incentivo à Cultura, precisamos gerir melhor os recursos e trabalhar com a possibilidade de parcerias público-privadas, incentivando os produtores locais e melhorando o acesso da população a essas produções. Ainda entre as prioridades estão a democratização e o incentivo da ocupação dos espaços públicos. Não somente os já destinados à arte, como os museus, a Praça CEU, o Teatro Paschoal Carlos Magno, mas também as praças e parques. A cultura também tem que chegar nas escolas, por meio de passeios escolares, criando um relacionamento e o apreço das futuras gerações pela arte e pela própria cidade.









