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Festival Primeiro Plano bate recorde em número de inscrições

Evento acontece exclusivamente on-line, entre os dias 24 e 28 de novembro


Por Tribuna

19/10/2020 às 08h16

Mesmo em meio ao período epidêmico, o Primeiro Plano – Festival de Cinema de Juiz de Fora e Mercocidades teve recorde de inscrições para a edição 2020. São 354 produções apresentadas, sendo 323 para a categoria Mercocidades e outras 31 para a Mostra Regional. Dessas, 51 foram selecionadas para serem exibidos durante o festival. Este ano, o evento será exclusivamente on-line, entre os dias 24 e 28 de novembro.

Conforme a organização do evento, entre todos os trabalhos apresentados, 58% foram produzidos por cineastas da região Sudeste do país. Em seguida, aparecem as regiões Sul (15%), Nordeste (13%), Centro-Oeste (7%) e Norte (25%). Produções estrangeiras, como “El dibujo de un pez” (veja trailer abaixo), respondem pela fatia restante, de 5%.

O festival

O Primeiro Plano é uma realização do coletivo Luzes da Cidade, que, por sua vez, é formado por um grupo de cinéfilos e produtores culturais. O evento tem como objetivo incentivar e dar visibilidade a diretores em âmbito nacional e continental. 

Em 2020, as inscrições foram abertas no início de julho, ainda com indefinição sobre o formato que o festival seria realizado, pelas limitações impostas pela pandemia de coronavírus. Três meses depois, a organização do evento já definiu pela realização entre os dias 24 e 28 de novembro em formato on-line, mas ainda resta determinar as plataformas de exibição dos filmes e das oficinas.

Conheça os filmes selecionados: 

 

Mostra competitiva Mercocidades

“A barca”, de Nilton Resende

“A fome que devora o coração”, de Raiane Ferreira

“Altcell”, de Matheus Galvão & Erik Fischer

“El b(eso) – O beijo”, de Alexa Centurión Chocobar

“El dibujo de un pez”, de Juana Castro

“Endless love”, de Duda Gambogi

“Enraizadas”, de Gabriele Roza e Juliana Nascimento

“Gilson”, de Vitória Di Bonesso

“Inabitáveis”, de Anderson Bardot

“Janaína”, de Letícia Silva

“Letícia, Monte Bonito, 04”, de Julia Regis

“Mamapara”, de Puno

“Maratonada”, de Gabriel Almeida e Letícia Catalá

“Meninos rimam”, de Lucas Nunes

“Muñeca tota”, de Gaspar Aguirre & Román Sovrano

“Não me chame assim”, de Diego Migliorini

“Neguinho”, de Marçal Vianna

“O que pode um corpo?”, de Victor Di Marco e Márcio Picoli

“O silêncio lá de baixo”, de Pamella Araújo

“Perifericu”, de Nay Mendl, Vita Pereira, Rosa Caldeira, Stheffany Fernanda

“Rosário”, de Igor Travassos e Juliana Soares

“Vai melhorar”, de Pedro Fiuza

“Volta seca”, de Roberto Veiga

 

Mostra competitiva regional

“(In)existente – a vida pelo seu olhar”, de Stéphanie Ferreira Nunes do Nascimento

“1996”, de Rodrigo Brandão

“A garça velha”, de Marc NaNo

“A garota com todos os dons”, de João G. Cendretti, Nicolly Matos & Leonardo Heringer.

“A vida é coisa que segue”, de Bruna Schelb Corrêa

“Aparecida, devoção, milagres e bênçãos”, de Inês Maria de Oliveira

“Confecção do coração”, de Natane Castro

“Cronotopo”, de Diogo D’Melo

“Domingo no paint”, de Gustavo Furtuoso Ribeiro

“Epidemia nacional”, de Bruno Ferreira

“Espresso”, de B.N.L.

“Ir à praia”, de Beatriz Dias

“Janaína sem cabeça”, de Bruna Schelb Corrêa

“MoverAção pela pátria”, de Gutão

“Na pele”, de Luana Nogueira

“Não subestime”, de Lipe Veloso

“Nó no couro”, de Mariana Martins

“Passeio de vento”, de Bruna Schelb Corrêa & Luis Bocchino

“Perseguição no meio”, de Xzmcrz

“Que horas vai passar”, de Gutão

“Reflexo reverso: o outro em branco”, de Fernanda Thomaz

“Retratos de uma jovem em quarentena”, de Iago de Medeiros

“Sagrado”, de Mayara Moreira

“Suellen e a diáspora periférica”, de Renata Dorea

“Tal pai, tal filho”, de Lucas Andries

“Travessia”, de Matheus Assunção Braz Monteiro

“Vale?”, de Eric Moreira

“Vida dentro de um melão”, de Helena Frade