Ouça agora

Advogados apontam armadilhas das redes sociais na campanha eleitoral

Por Paulo Cesar Magella

Ao participarem do programa Pequeno Expediente, da Rádio CBN Juiz de Fora, os advogados Isadora Andrade e Luiz Fernando Sirimarco Júnior advertiram para o uso indevido das redes sociais, que será monitorado de perto pela Lei de Proteção de Dados, já em vigor, e pela Justiça Eleitoral. Alertaram também para a avaliação de dados a partir de interpretações por interesse. Pelas redes sociais os temas são vistos pela ótica distinta dos apoiadores, como foi o caso de uma pesquisa do Instituto F-5, encomendada pelo jornal Estado de Minas e TV Alterosa, registrada na Justiça Eleitoral, apontando a liderança da deputada Sheila Oliveira. Seus seguidores destacavam esse fato nas postagens, enquanto os defensores da candidatura do empresário Wilson Rezato, pela pesquisa em segundo lugar, ressaltavam a sua subida nos números. Neste caso, porém, não há qualquer ilegalidade.

Paulo Cesar Magella

Paulo Cesar Magella

Sou da primeira geração da Tribuna, onde ingressei em 1981 - ano de fundação do jornal -, já tendo exercido as funções de editor de política, editor de economia, secretário de redação e, desde 1995, editor geral. Além de jornalista, sou bacharel em Direito e Filosofia. Também sou radialista. Meus hobbies são leitura, gastronomia - não como frango, pasmem - esportes (Flamengo até morrer), encontro com amigos, de preferência nos botequins.E-mail: [email protected] [email protected]

A Tribuna de Minas não se responsabiliza por este conteúdo e pelas informações sobre os produtos/serviços promovidos nesta publicação.

Os comentários não representam a opinião do jornal; a responsabilidade pelo seu conteúdo é exclusiva dos autores das mensagens. A Tribuna reserva-se o direito de excluir postagens que contenham insultos e ameaças a seus jornalistas, bem como xingamentos, injúrias e agressões a terceiros. Mensagens de conteúdo homofóbico, racista, xenofóbico e que propaguem discursos de ódio e/ou informações falsas também não serão toleradas. A infração reiterada da política de comunicação da Tribuna levará à exclusão permanente do responsável pelos comentários.



Leia também