Empresas de champanhe vivem crise histórica

Veja mais da Tribuna no Google
Adicione a Tribuna de Minas como fonte preferencial para ver mais do nosso conteúdo na Pesquisa Google.
Adicionar Tribuna de MinasA bebida mais chique do planeta está encaixotada nas adegas francesas. As empresas estimam crise com uma queda de até 35% das vendas neste ano.

Gente, fiquei muito triste com a notícia que o G1 publicou essa semana e não pude deixar de compartilhar aqui com vocês! O champanhe: bebida mais glamourosa do planeta e símbolo de comemorações no mundo afora, é mais uma vítima dessa triste pandemia:( As empresas estimam uma queda de até 35% das vendas neste ano.
“Somos uma bebida que representa a festa, a celebração, o otimismo, a alegria de viver. Não é muito compatível com um isolamento, com ficar em casa sozinho e saber que há milhares de mortes todos os dias por causa de um vírus. Não tem nada a ver”, explica Jean-Marc Barillère, copresidente do Comitê Interprofissional do Vinho de Champagne.
“Já aconteceu em outras ocasiões: quando passamos por momentos muito difíceis, o consumo de champagne e as exportações despencam, mais do que qualquer outra bebida. A mais afetada pela pandemia é o champagne“, acrescenta.
Na região francesa que representa a bebida, a crise não passa despercebida por ninguém. O comitê interprofissional estima um prejuízo de mais de € 7 bilhões!!!!!!

Eventos cancelados e adiados
Assim como a matéria cita, o impacto é distinto conforme o tamanho da produção. As menores, como a da viticultora Carole Leguillette, estão a um passo de fechar as portas. E com a quarentena, os estoques só cresceram.
Entre as grandes maisons – as grandes casas produtoras de champanhe – a situação é infelizmente preocupante, mas apesar de tudo, a resiliência é bem presente. Representantes da marca Bollinger indicam que a retomada das vendas está vindo aos poucos desde a reabertura de bares e restaurantes.

Produção em alto custo
Algo bem interessante é que o governo francês disponibilizou uma ajuda de emergência para os viticultores de todo o país pra ajudar com os prejuízos do coronavírus. Mas o que acontece é que, quando falamos de champanhe, os custos de produção são superiores aos demais tipos de vinho.

Exportações são essenciais para o champagne
Num cenário de muita incerteza do futuro, cerca de 22% das uvas valiosíssimas da Champagne serão perdidas. (Puxa! Que coisa triste saber disso, né?)
Com base na afirmação do G1, O Brasil é o terceiro país mais atingido pelo coronavírus no mundo, mas o mercado brasileiro de champagne não é muito relevante por aqui: o país o ocupava o 31˚ lugar no ranking de maiores compradores da bebida em 2019. Resta saber se, com a nova realidade, os Estados Unidos continuarão sendo o primeiro no ranking…
Então, vamos fazer nossa parte: pensar positivo e torcer pra que a crise passe logo pra festejarmos todos juntos, né?









