Aumento da gasolina não é descartado
São Paulo (ABr) – O presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, não descartou ontem a possibilidade de reajuste do preço da gasolina. Segundo ele, é difícil fazer previsão porque até chegar à rede varejista existem vários fatores que podem influir na valorização do produto, como o impacto das oscilações no mercado internacional e repasse ao consumidor final de despesas como impostos e margem de lucro.
Desde 2009, o preço do litro de gasolina está fixado em R$ 1,05, nas refinarias da estatal que responde pela formação de um terço da valorização do combustível no comércio varejista. No entanto, assinalou, caso haja aumento da demanda em razão da queda na oferta de etanol, o país terá de recorrer à importação . Nossa capacidade de produção está no limite. Se a demanda crescer, vamos ter importar mais.
Segundo Gabrielli, 95% dos derivados de petróleo distribuídos no mercado brasileiro são produzidos no país e apenas 5% são importados. Neste ano, informou, o volume comprado no exterior equivale a três dias de consumo ante quatro dias, no ano passado.









