Hemominas faz atendimento agendado no sábado da Semana Santa
Regional de Juiz de Fora mantém estoques equilibrados, mas pede participação contínua dos voluntários; agendamentos têm objetivo de evitar aglomerações
As doações na Fundação Hemominas, incluindo no Hemocentro Regional de Juiz de Fora, estão sendo feitas após agendamento nas plataformas dedicadas. A medida tomada nas últimas semanas pela instituição têm o objetivo de evitar aglomerações em virtude da pandemia do novo coronavírus. Apesar de a unidade juiz-forana estar com estoque estabilizado, doações seguem em baixa no estado, impactadas pelo cenário de isolamento domiciliar.
Os interessados em doar precisam agendar o atendimento pelo telefone 155, na opção 1; pelo portal hemominas.mg.gov.br; ou pelo aplicativo MG APP, disponível para os sistemas Android e iOS. Os atendimentos são feitos de segunda a sábado, das 7h ao meio-dia. No próximo sábado (11), mesmo em meio à Semana Santa, o Hemocentro funcionará normalmente para os serviços de captação.
Além da preocupação em evitar aglomeração dentro do prédio da instituição, os procedimentos de captação são feitos com os cuidados necessários de higienização, conforme Cláudia Lanna, do setor de captação. “Nós estamos prezando por todas as orientações de higienização, além de evitar aglomeração. Temos todos os cuidados que o Ministério da Saúde orienta”, destaca Cláudia. Voluntários que estiveram gripados, resfriados ou em contato com familiares e pessoas próximas nestas condições, nos últimos 15 dias, não poderão doar sangue e não poderão comparecer ao local.
Estoque
Conforme a funcionária do setor de captação, o estoque de sangue está estabilizado na unidade regional de Juiz de Fora, entretanto a queda no movimento de toda a rede mineira faz com que ainda haja a necessidade de manter boa quantidade de doadores. “Nessa semana, estamos com o estoque estabilizado, mas precisamos continuar recebendo os voluntários. Além disso, a demanda é muito dinâmica, por isso é importante manter sempre um bom número de doadores”, analisa Cláudia Lanna. Os grupos O, positivo e negativo, seguem sendo os mais procurados.









