Servidor quer radicalizar movimento
Os professores e técnico-administrativos da UFJF pretendem radicalizar os movimentos grevistas iniciados, entre os docentes, no dia 17 de maio, e, entre os servidores, em 11 de junho. A ordem de endurecer a mobilização é dos representantes nacionais das categorias e deverá ser seguida por todas as 56 instituições de ensino superior do país que já estão paradas. Os técnicos em Juiz de Fora pretendem realizar passeata, na segunda-feira, que poderá inclusive interromper o trânsito na BR-040.
Conforme o coordenador geral do Sindicato dos Trabalhadores Técnico-administrativos em Educação das Instituições Federais de Ensino de Juiz de Fora (Sintufejuf), Lucas Simeão, o objetivo é dar visibilidade ao movimento e forçar o Governo federal a negociar com a categoria. Nos dias 10 e 11, também vamos realizar atos nas reitorias, para ver se conseguimos fazer com que os reitores pressionem o Governo a abrir negociação conosco.
Entre os professores, a ordem também é extremar a greve. Circular elaborada pelo Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes), essa semana, pede que os comandos locais façam uma avaliação da mobilização, no sentido de radicalizar as ações. O presidente da Associação de Professores do Ensino Superior de Juiz de Fora (Apes), Rubens Luiz Rodrigues, avalia que a aceitação da greve entre os profissionais foi quase total na cidade. A adesão continua muito boa, pois os professores compreenderam que a pauta é justa.









