ÁREA URBANA

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Adicionar Tribuna de MinasJuiz de Fora tem algumas discussões que levam tempo para avançar, mesmo reconhecendo esforços recentes para uma solução. Uma delas é a situação dos flanelinhas, que se tornou recorrente, com ações pontuais, mas que ainda está presente no cotidiano da cidade. Eles continuam cobrando pedágio em diversos pontos sob o argumento de prestar segurança. Só com a colocação de equipamentos eletrônicos e vigília constante será possível mudar o quadro. A outra demanda envolve o trânsito de carroças na área central.
Este segundo desafio, que levou vereadores e representantes do setor à mesa de discussão, também vence o tempo, esbarrando sempre em saídas para uma categoria que não deve – e não pode – ser simplesmente tirada das ruas e jogada à própria sorte. Nos levantamentos feitos, constatou-se a falta de habilidade para outros serviços, o que exige, como primeira etapa, a qualificação destes profissionais para sua reinserção no mercado de trabalho. Por isso, foi positiva a proposta de um prazo de cinco anos para mudar o cenário urbano, vedando a passagem de semoventes pela área urbana, embora já haja restrições, nem sempre respeitadas, no quadrilátero central.
Juiz de Fora, como as demais cidades de seu porte, não comporta mais a convivência de veículos automotivos e carroças. Hoje, além da natural retenção do trânsito, há o risco de acidentes, valendo o mesmo raciocínio para homens e mulheres que utilizam carrinhos para transporte de caixas e outros produtos. Eles passam pelas vias sem qualquer tipo de sinalização.
Os desafios urbanos na mobilidade são cada vez maiores ante um cenário de mais carros nas ruas – mesmo com esforço para retirá-los – em função da facilidade de financiamento e de uma cultura que não privilegia o transporte coletivo urbano.









