CAI SUBSECRETÁRIO
Edson de Castro Fonseca, conhecido como Edinho, não responde mais pela Subsecretaria de Relações Institucionais da Prefeitura. Sua saída foi negociada ontem pelo secretário de Governo, Manoel Barbosa. Indicado pelo PP, do deputado Luiz Fernando Faria, para compor a administração do prefeito Custódio Mattos (PSDB), sua situação tornou-se insustentável desde quando decidiu migrar para o PV. Na nova legenda, que tem Sidnei Amauri Scalioni Pereira como presidente, Edinho cumpre papel de formação da chapa para a disputa proporcional. Na última semana, o vereador Chico Evangelista (PP) atacou frontalmente o ex-correligionário da tribuna da Câmara. Como não bastasse, vários outros vereadores da base governista vêm reclamando rotineiramente da falta de articulação política do Executivo.
Outra baixa
A baixa de Edinho será a segunda do grupo indicado pelo PP na Prefeitura de Juiz de Fora. No final do mês de abril, Luiz Gonzaga Alves foi exonerado do cargo de provimento em comissão de Diretor do Departamento Operacional da Funalfa. Ele também hoje frequenta as fileiras do PV. A movimentação partidária em curso por conta da formação de chapas para a disputa para vereador em 2012 ainda deve provocar outras baixas.
UAPS para JF
Juiz de Fora receberá oito novas unidades de atenção primária à saúde (UAPS), das 71 que serão construídas em Minas. A divulgação oficial foi feita ontem pelo Ministério da Saúde, e o total de recursos disponibilizado pelo Programa de Aceleração do Crescimento 2 (PAC 2) para o estado é da ordem de R$ 24,73 milhões. As construções seguirão novos parâmetros de arquitetura e atendimento estipulados pelo MS.
Lei Rouanet
Termina hoje o processo de seleção para os espetáculos que participarão do 6º Festival Nacional de Teatro de Juiz de Fora, que acontece entre os dias 3 e 11 de setembro. Das 57 inscrições (em 2010 foram 49), a comissão – formada por três funcionários da Funalfa e três da classe artística – escolherá de 12 a 14 peças. O resultado final está previsto para a próxima sexta. Segundo o superintendente da Funalfa, Toninho Dutra, o projeto foi aprovado pela Lei Rouanet, que viabilizou a captação de R$ 256 mil. Ainda de acordo com Dutra, a fundação está em busca de empresas interessadas em patrocinar.
Sem retorno
Ainda sob o efeito do contingenciamento de R$ 50 milhões do Governo federal, a conclusão das obras do Teatro Paschoal Carlos Magno continuará no papel. Pelo menos até Toninho Dutra conseguir as respostas que precisa para dar continuidade ao processo, que voltou a ficar estagnado após o corte das emendas parlamentares destinadas ao projeto. Uma era do ex-deputado Paulo Delgado (R$ 3 milhões) e a outra do deputado Júlio delgado (R$ 500 mil). Em busca de alternativas, há dois meses, Dutra esteve em Brasília apresentando uma proposta ao Ministério da Cultura (MinC), mas ainda não obteve retorno.





