O remédio é a alegria
Sinto falta da Miloca quando estou de Gilmara. Assim comenta Gilmara Delmonte, antes de confessar vestir peruca e roupas coloridas todos os dias para as muitas visitas em hospitais. Mas a insistente saudade da personagem se justifica. A Miloca existe há quase 20 anos. Não me vejo fazendo outra coisa. Para uma autobiografia, a artista, que já foi professora e instrumentadora cirúrgica, escolheria o título De socialite à palhaça. O projeto, na verdade, está em fase de elaboração. Seria uma oportunidade para contar minha história. No início, fui muito criticada.
Hoje, Gilmara coordenada a trupe dos Doutores do Amor, com dez integrantes, e a Equipe da Miloca, que anima festas e eventos. Com o primeiro grupo, visita 14 instituições. A rotina aumenta no período do Natal, principalmente porque a artista assume o perfil da Mamãe Noel. Aliás, é de vestido vermelho e gorro que ela entrega 30 bolos para 1.500 pessoas hoje e ontem, sempre com muito bom humor. Nascida em Pirapetinga (MG), Miloca conheceu o voluntariado ainda na infância. Meu pai era prefeito, e eu o acompanhava em várias atividades, relembra.
Há dois mil anos, de Emmanuel, por Francisco Xavier
Adoro a literatura espírita. Esse é um clássico
Patch Adams – a amor é contagioso, de Tom Shadyac
Mostra que a alegria pode ajudar muito no processo de cura
Maria, mãe do filho de Deus, de Moacyr Góes
De 2003, o filme brasileiro ressalta o quanto Maria dedicou sua vida ao filho. Importante para repensar o sentido do Natal
Wellington Nogueira
É coordenador dos Doutores da Alegria. Sinto nele uma profunda vontade de fazer o bem
Marcos Marinho
Já participei de algumas oficinas dele e passei a admirá-lo ainda mais
Rua Halfeld
É onde a cidade pulsa, onde há vida e energia
Nossa senhora, de Roberto Carlos
Uma música que me dá força para trabalhar. Sempre saio de casa cantarolando o refrão
Sem censura, da TV Brasil
Sou fã da Leda Nagle. Adoro suas entrevistas e seus convidados
Irmã Dulce
Viveu para ajudar o outro









