Antes de escolher o seu primeiro escalão, que por si só já demandará muita articulação, o governador eleito Fernando Pimentel tem um problema e tanto na Assembleia. Deputados que estão saindo e os atuais situacionistas – mas oposição a partir do ano que vem – estão fazendo jogo duro na discussão do orçamento de 2015, que ainda precisa ser votado, sob o risco de não só travar a pauta mas também deixar o próximo governo com a mesma previsão orçamentária deste ano. Além disso, há temas graves que estão engessando a discussão, a começar pela Lei 100, que prevê a demissão de quase cem mil funcionários e o orçamento impositivo. Quando na oposição, os petistas eram a favor das duas questões. Agora, quando vão mudar de lado no balcão, já ensaiam um outro discurso. E o contrário também é verdadeiro. Os tucanos, que até então resistem à votação, já avisaram que a partir de 2015 vão insistir na aprovação dos dois temas.
A Tribuna de Minas não se responsabiliza por este conteúdo e pelas informações sobre os produtos/serviços promovidos nesta publicação.
Os comentários não representam a opinião do jornal; a responsabilidade pelo seu conteúdo é exclusiva dos autores das mensagens. A Tribuna reserva-se o direito de excluir postagens que contenham insultos e ameaças a seus jornalistas, bem como xingamentos, injúrias e agressões a terceiros. Mensagens de conteúdo homofóbico, racista, xenofóbico e que propaguem discursos de ódio e/ou informações falsas também não serão toleradas. A infração reiterada da política de comunicação da Tribuna levará à exclusão permanente do responsável pelos comentários.



