E os comandantes, onde ficam?
Os antigos generais e oficiais, nas batalhas, sempre iam à frente de suas tropas para incentivar e encorajar seus soldados. É o que a História nos conta (vide Júlio Cesar, Rommel, Alexandre…). Não teria alguma coisa errada nos jogos de futebol? (É somente um exemplo). Não é o treinador, ou técnico, que passa a semana inteira e/ou uma temporada inteira junto aos seus atletas, treinando-os arduamente em táticas e técnicas, num emaranhado de explicações e repetições? Não são os treinadores que possuem autoridade suficiente para modificar um time, retirando ou substituindo atletas em campo? Então, na hora em que vemos nosso time em campo, atletas impecavelmente trajados e perfilados, lado a lado, ouvindo e cantando o Hino Nacional, quem notamos (corpos estranhos) também ali?
Os árbitros, juízes e bandeirinhas. Mas, e os treinadores, onde estão? Marginalizados, à beira do campo e, muitas vezes, maltrajados e frustrados por não poderem estar, naqueles momentos mágicos, ao lado de seus guerreiros. Não seria uma injustiça que o esporte, no caso o futebol, impõe in casu a esses homens e/ou mulheres que tanto trabalharam à exaustão, junto aos seus comandados?
Creio que não existe na legislação esportiva vedação para que os treinadores também se apresentem no centro do gramado, junto com seus atletas, e lá permaneçam o lapso de tempo necessário às apresentações e homenagens aos países que representam (no caso de jogos internacionais) e em jogos regionais também.
Interessante é que acompanho e gosto de futebol, desde criança, e não havia atentado para tal detalhe. Acho que nem vocês, certo? Não seria um caso a pensar, e as autoridades competentes, Fifa, CBF… autorizassem que os técnicos ou treinadores se postassem no centro do gramado, junto aos seus comandados, antes do início dos jogos?
Saudações rubronegras!










