Defesa Civil alerta para possibilidade de chuvas intensas até quinta-feira
Um ciclone de outono associado a fortes chuvas deve atingir a região entre quarta e quinta-feira
O Governo de Minas divulgou, nesta terça-feira (7), um alerta para a população da Zona da Mata mineira sobre o alto volume e pancadas de chuvas intensas previstas para a região nesta quarta e quinta. A previsão deve-se ao primeiro ciclone extratropical do outono, que se forma no sul do Brasil e está associado a uma frente fria.
Além da Zona da Mata, as tempestades também devem chegar a Sul de Minas, Triângulo Mineiro, Vale do Rio Doce e Região Metropolitana de Belo Horizonte. A Defesa Civil também alerta para a possibilidade de ventos fortes, variando entre 70 e 80 km/h.
Na sexta-feira (10), a previsão é de que o ciclone esteja totalmente sobre o oceano. Com isso, a possibilidade de ventos e chuvas será reduzida.
Recomendações para casos de chuvas intensas
- Evite sair de um local seguro durante as chuvas e aguarde a intensidade diminuir.
- Fique atento aos níveis da água em ruas, córregos e rios.
- Não atravesse ruas ou áreas alagadas a pé ou com veículos.
- Evite áreas como passagens baixas, galerias, avenidas, pontes e bocas de lobo.
- Não deixe crianças brincarem na chuva ou em enxurradas.
- Não se proteja embaixo de árvores durante tempestades, pois árvores atraem raios.
- Busque abrigo em edificações ou veículos.
- Desconecte aparelhos elétricos da tomada para evitar curtos-circuitos.
Em caso de possível instabilidade no imóvel, a orientação é sair do local e acionar imediatamente a Defesa Civil, pelo telefone 199, para avaliação técnica antes do retorno à residência.
Os moradores devem ficar atentos a sinais de movimentações, como trincas e rachaduras, postes ou cercas inclinadas e desníveis ou fendas no terreno. Barulhos como estalos e rangidos também podem ser sinais de alerta. Deformações na edificação, como portas e janelas emperradas e paredes ou pisos empenados e estufados, também merecem atenção.
Em Juiz de Fora, a população pode consultar em tempo real o mapeamento das áreas de risco da cidade por este link.
*Estagiária sob supervisão da editora Fabíola Costa









