JF perde 53 vagas de emprego em julho
Atualizada às 20h57
Mais uma vez, Juiz de Fora manteve a tendência verificada este ano – mais demitiu do que contratou – e fechou o mês de julho com saldo de empregos negativo em 53 vagas. No período, foram 5.921 admissões contra 5.974 dispensas. Apesar de negativo, o resultado apresenta melhora em relação ao verificado em julho de 2013 (-142). A variação do emprego foi de -0,04% no mês passado.
Conforme o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), considerando os sete primeiros meses deste ano, apenas em março o estoque juiz-forano foi positivo, quando foram criados 139 empregos formais. Com isso, as perdas prevalecem no resultado anual – até agora, negativo em 499 oportunidades. Entre janeiro e julho de 2013 tinham sido criados 1.793 postos.
Dentre os oito setores produtivos mapeados pelo Caged, no mês, apenas serviços obteve performance positiva, com a criação de 112 empregos com carteira assinada. No ano, construção civil e indústria da transformação admitiram mais do que demitiram, resultando em estoques de 474 e 288 vagas formais, respectivamente. Até agora, comércio foi o segmento econômico que apresentou pior resultado (-772), seguido pelos serviços (-542). No ano, a variação de emprego é de -0,35% na cidade.
No país, a criação de 11.796 empregos formais em julho foi a menor para o mês em 15 anos. Em julho de 1999, haviam sido criados 8.057 postos de trabalho. No acumulado de 2014, de janeiro a julho, houve aumento de 632.224 vagas formais (1,56%). No país, o cenário foi inverso do local e sete dos oito setores da atividade econômica fecharam o mês com saldo positivo. A exceção ficou por conta da indústria de transformação. Para o ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias, a geração de empregos no país voltará a crescer até o final do ano.









