Gabriel Miranda nasceu em Conselheiro Lafaiete, foi criado em Ouro Branco e estudou comunicação social por aqui. Ele já se sente um autêntico juiz-forano, mas credita sua veia mineira à cidade onde cresceu. E Lafaiete? Por lá estava a maternidade mais próxima, explica. Até se transferir para cá, em 2005, todos os trabalhos escolares de Grabriel eram feitos à mão e com pesquisas em livros. Na faculdade, abriu-se para computador e internet, sempre com ressalvas. Tento buscar o melhor para meu bem-estar e trabalho. A folguinha da rede aos finais de semana, portanto, é garantida. O jovem, produtor cultural do Museu de Arte Murilo Mendes (Mamm), não se incomoda com a agilidade dos tempos atuais. A nova geração cresce sob esses moldes. Em seu trabalho, Gabriel está à frente de projetos que mesclam artes plásticas, literatura, música, cinema e memória. Para as horas de folga, também reserva experiências culturais, especialmente o teatro. Não dispenso ainda amigos, cerveja e boa conversa. Com um pé na cozinha, o produtor adoraria se aventurar pela gastronomia. Faz planos. Mas não pretende abandonar a comunicação: ela completa a poesia que encontro nas artes.
Guia politicamente incorreto da história do Brasil, de Leandro Narloch
Com destreza e baseado em documentação, o jornalista curitibano derruba mitos do imaginário brasileiro. Uma divertida novela só de vilões. Alguns bem próximos, como Aleijadinho e Santos Dumont
Ilha das Flores, de Jorge Furtado
Fico com um clássico. Impossível não mencionar a narrativa ácida que nos faz refletir sobre a sociedade de consumo e as relações humanas
Ópera do malandro, de Chico Buarque
Traz canções do musical homônimo, que traça o imaginário brasileiro em canções como ‘Geni e o zepelim’, ‘Doze anos’ e ‘Terezinha’. Vale conferir livro, peça e filme
Barulhinho bom, de Marisa Monte
A deliciosa antipatia da cantora completa o DVD, único pelos encontros musicais que proporcionou
Dançando no escuro, de Lars von Trier
O preciosismo de Lars faz dele um de meus favoritos. A produção tem números musicais impecáveis, protagonizados por Björk
Tarsila do Amaral – Percurso afetivo, no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), Rio
Para comemorar os 90 anos da Semana de Arte Moderna, nada melhor que revigorar o espírito vanguardista por meio dos traços de uma das mais importantes artistas brasileiras
Quiproquó, Rede Minas
Os bastidores das artes cênicas nunca foram tão bem explorados por um programa jornalístico: espetáculos, entrevistas e história do teatro
Katylene.com, da MTV
Tem que ser esperto e atual para entender seu bom humor em tudo que ela escreve ou apenas deixa nas entrelinhas
Campus da UFJF
Corridinha no fim de semana, encontros familiares, leitura em dia sob as árvores da praça cívica… inúmeras possibilidades
