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Projeto de Lei Antifacção: conheça os principais pontos da proposta

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(Foto: Ricardo Stuckert)

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O projeto de Lei Antifacção, assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), chegou ao Congresso Nacional na sexta-feira (31) em regime de urgência. O texto traz novidades no combate ao crime organizado. A mensagem do Executivo foi publicada em edição extra, à noite, no Diário Oficial da União (DOU).

O presidente  defendeu que a proposta é uma prioridade do governo ao trazer mais força ao Estado para reprimir as organizações criminosas que exercem controle de territórios e atividades econômicas.

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Ao assinar o projeto, ele argumentou que é necessário endurecer no combate às facções criminosas. “Nós vamos mostrar como é que se enfrentam essas facções, que vivem de explorar o povo mais humilde desse país”, disse.

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, acrescentou que o projeto vai ao encontro da sociedade brasileira e do Parlamento. O projeto prevê que os crimes das facções criminosas passariam a ser hediondos.

Confira os principais pontos do projeto que abordam aumento de pena:

Outra demanda do projeto de lei é que haja fortalecimento dos instrumentos e aperfeiçoamentos de investigação e sejam ampliadas ferramentas legais para a responsabilização de integrantes de facções.

Entre as propostas, o projeto inclui:

Ações para estrangular o poder econômico das facções:

Para reduzir o poder operacional das facções, o projeto prevê:

O projeto que chegou ao Congresso prevê a cooperação policial internacional, a cargo da Polícia Federal, e inclui o setor privado na busca de provas e informações de interesse da investigação.

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Outra ação é aprimorar os mecanismos legais de intervenção na administração de pessoas jurídicas utilizadas para a prática de crimes por organizações criminosas.

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