Terceira idade
Os candidatos a prefeito de Juiz de Fora apresentaram ontem, no plenário da Câmara Municipal, suas propostas de políticas públicas para a terceira idade. O evento foi iniciado com sorteio da ordem de apresentação de cada prefeitável. A mesma ordem foi seguida para resposta a perguntas elaboradas antecipadamente por pessoas com mais de 60 anos. Saúde, acessibilidade, transporte coletivo e reinserção ao mercado de trabalho foram alguns dos temas tratados. A candidata do PT, Margarida Salomão, única ausente, justificou informando ter sido convocada para estar presente em Brasília, onde acontece o julgamento da presidente Dilma Rousseff. O gerontólogo José Anísio, do Conselho Municipal do Idoso, atuou como mediador. Os candidatos, como já era de se esperar, apresentaram diversas propostas para tal faixa etária.
Propostas
O debate é mais um entre tantos outros que devem ocorrer até as eleições. Victória Mello (PSTU) enfatizou a acessibilidade para os idosos e as dificuldades que enfrentam. Noraldino Júnior (PSC) destacou também o tema e anunciou o projeto de Saúde na sua Porta, que seria um ônibus adaptado como consultório médico. Wilson da Rezato (PSB), depois de destacar que não tem planos de fazer carreira política, destacou o mercado de trabalho e a saúde, inclusive, com um HPS digno. Atual prefeito, Bruno Siqueira (PMDB) citou várias medidas para a terceira idade, que começaram quando ainda era vereador. Maria Ângela (PSOL) prefere ouvir os idosos para depois tomar providências.
Explicar antes
O Movimento Pró-Moralização do Poder Legislativo, órgão de origem em Juiz de Fora, tendo como um dos seus fundadores o fiscal da Receita José Lopes Filho (99), disparou e-mail para todos os municípios sugerindo aos eleitores que questionem os candidatos a vereador de suas cidades, “para exigir a verdade de seu candidato nestas eleições”. Primeiro, que citem os projetos que pretendem apresentar em benefício do povo de sua cidade. E que, também, esclareçam qual sua opinião sobre a aprovação de uma reforma política na sociedade, sem a interferência dos atuais parlamentares e partidos políticos. A meta é saber se o candidato a vereador é a favor ou contra e os motivos de sua posição.
Cancelamento
O “Minas Gerais”, diário oficial do estado, publicou o primeiro edital de notificação para evitar que 31.758 empresas mineiras sejam canceladas administrativamente. Elas têm até o final do ano para arquivarem um ato na autarquia. O alerta da Junta Comercial visa reduzir o volume de empresas canceladas e atualizar o Cadastro Nacional de Empresas Mercantis. No ano passado, 37.093 perderam o seu registro pela Junta Comercial e, como consequência, foram declaradas inativas pela Receita Estadual. O cancelamento ocorre quando a empresa não arquiva qualquer documento Jucemg nos últimos dez anos consecutivos, no caso, desde janeiro de 2006.






