Cúpula dividida
O PMDB faz festa no dia 2 de dezembro, em Belo Horizonte, para comemorar o resultado das eleições, mas o momento é crítico entre os dirigentes. O presidente do diretório estadual e vice-governador, Antônio Andrade, não reza na mesma cartilha do deputado Adalclever Lopes, o poderoso presidente da Assembleia. Os dois caciques peemedebistas divergem há muito tempo, mas agora a diferença se acentuou por conta da expectativa de poder. Toninho está de olho na cadeira do governador, às voltas com várias denúncias, enquanto Adalclever, terceiro na linha sucessória, apoia Fernando Pimentel, mas já pensando numa eventual candidatura a governador em 2018.
Na convenção
Os dois vão medir forças em meados do ano que vem, quando será eleito o novo comando do partido no estado. O diretório de Juiz de Fora será estratégico no processo, pois conta com 14 votos. Além do mais, tem forte ascendência sobre diretórios da região, o que pode ampliar sua representatividade. Em princípio, o partido joga no time de Toninho Andrade.
Perdeu prazo
O vereador Wanderson Castelar, um dos 12 que renovaram o mandato para a próxima legislatura, aproveitou o pequeno expediente, ontem, para fazer um pronunciamento em defesa dos estudantes que saíram da UFJF e desceram em marcha até o Centro para uma manifestação nas escadarias da Câmara. Mas aí veio a surpresa. Ele desceu para se encontrar com o grupo, mas não conseguiu falar. Disseram que as inscrições para os oradores já tinham terminado.
Trânsito parou
Os estudantes foram até as escadarias do Palácio Barbosa Lima gritando palavras de ontem contra a PEC do ensino. O ato deu um nó no trânsito, principalmente quando o grupo chegou à Avenida Rio Branco na direção norte. A situação se agravou por conta de um acidente no Manoel Honório, quando, na mesma pista, um ônibus quebrou o eixo, e uma das rodas se projetou pela Praça Alfredo Lage. Ninguém ficou ferido por milagre, mas a retenção chegou ao Alto dos Passos.






