O adiamento das eleições começa a ganhar força no Congresso. Vários parlamentares consideram que não haverá tempo e nem clima para falar em política num cenário de preocupação plena com a saúde. Qualquer discurso, agora, soaria como demagogia. No início da semana, o deputado Júlio Delgado apresentou essa preocupação. O ministro Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal e integrante do TSE, como relata Mônica Bérgamo em sua coluna na Folha, descartou tal possibilidade. Para o ministro, “só se deve cogitar de adiá-las diante da absoluta impossibilidade de sua realização”.
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