O professor estendeu sua análise para a Câmara Municipal, que terá, a partir de 2021, uma bancada explicitamente de esquerda, com três vereadores do PT e uma do PSOL, e as consequências para as candidaturas que jogaram a discussão para o âmbito nacional. “Houve sem dúvida um fenômeno de nacionalização pouco comum em eleições municipais, e o resultado não deixa dúvida sobre a derrota do bolsonarismo, que esperava continuar a crescer com vistas a 2022. Os apoios explícitos do presidente a candidatos foram inúteis como regra. No caso de Juiz de Fora, a identificação da delegada Sheila do PSL com o Governo federal foi completamente tóxica à sua candidatura: sua rejeição e a rejeição ao presidente foram sincrônicas e captadas em linhas gerais por pesquisas.”
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