Pandemia pode reduzir quociente eleitoral, diz cientista político

Por Paulo Cesar Magella

O quociente eleitoral, responsável pela determinação do número de cadeiras que cada partido terá na Câmara, pode ser menor do que o previsto pelo país afora. Em decorrência da pandemia, a abstenção tende a ser maior do que em outros anos, como avaliou o cientista político Raul Magalhães, durante debate na CBN Juiz de Fora, nessa terça-feira, do qual também participou o procurador municipal Rodrigo Esteves. Este, no entanto, destacou que outro fator de grande influência na formação das câmaras será a mudança no uso das sobras, que agora, sem coligação, deve beneficiar os partidos de modo geral.

Paulo Cesar Magella

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Sou da primeira geração da Tribuna, onde ingressei em 1981 - ano de fundação do jornal -, já tendo exercido as funções de editor de política, editor de economia, secretário de redação e, desde 1995, editor geral. Além de jornalista, sou bacharel em Direito e Filosofia. Também sou radialista. Meus hobbies são leitura, gastronomia - não como frango, pasmem - esportes (Flamengo até morrer), encontro com amigos, de preferência nos botequins.E-mail: [email protected] [email protected]

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