Novas articulações
Os próximos dias deverão ser reveladores de articulações que ganharam corpo nas últimas semanas para a disputa municipal. Embora o embate seja na “paróquia”, os acontecimentos de Brasília poderão provocar rearranjos no jogo político – veja matéria em Política. Mas não é só isso. Poderão surgir novos players no embate, muitos deles na primeira experiência partidária, embora tenham relevância em importantes segmentos da cidade. Uma dessas filiações só se consolidou a partir de seu possível ingresso numa chapa que pode se formar até as convenções. O tema tem sido tratado com reservas, pois o entendimento principal ainda não se formalizou.
Sob pressão
Embora tenha mudado sua pretensão de patamar – antes era pretendente a vice e agora pensa na Prefeitura -, o presidente da Associação Comercial, Aloísio Vasconcelos, tem evitado o telefone. Não se trata de temor a qualquer tipo de grampo, mas, sim, de fuga das pressões que passou a sofrer nos últimos dias. Tão logo manifestou sua intenção, alguns atores políticos o convidaram para uma conversa, quase todos na tentativa de demovê-lo da ideia. Os efeitos poderão ser sentidos ainda esta semana. Por enquanto, Aloísio é puro silêncio.
Canteiro de obras
Ainda não se sabe quando as obras vão começar, mas a empresa que irá construir o prédio do novo Fórum avisou à Prefeitura que gostaria de aproveitar o canteiro de obras deixado no Terreirão do Samba pela empresa que construiu o Viaduto Wandelkolk Moreira. O espaço, então, não foi desmobilizado, mas até sexta-feira os novos inquilinos ainda não tinham assumido a locação. A expectativa é de que o façam esta semana. A nova sede vai resolver uma demanda dos operadores da Justiça, hoje obrigados a transitar por vários prédios para acompanhar os processos.
Qual ministro
As idas e vindas de ministros acabam provocando situações inusitadas. Para a inauguração dos vestiários do Estádio Municipal Radialista Mário Helênio, na última quinta-feira, surgiu uma dúvida. Qual o nome do ministro do Esporte a ser colocado na placa? A Prefeitura tinha encomendado uma com o nome do Pastor George Hilton. Acontece que seu antigo partido, PR, saiu do Governo, e seu cargo ficou ameaçado. Mas como ele permaneceu por mais alguns dias, a confecção da placa não mudou. Quando já estava pronta, porém, Hilton pediu demissão. Como ele contribuiu para a liberação dos recursos e ainda não foi nomeado o sucessor, seu nome foi mantido na homenagem.






