Em fevereiro de 2026, o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) realizou o reajuste anual dos benefícios, atingindo sobretudo aposentados e pensionistas que recebem acima do piso.
Para esse segmento, a correção foi de 3,9%, percentual apurado a partir do INPC acumulado, o que repõe a inflação do período sem incorporar ganho real ao pagamento.
A atualização obedece às regras da legislação previdenciária vigente, que determina a utilização do INPC acumulado do ano anterior como parâmetro para corrigir os benefícios.
A norma vale para todos os benefícios em vigor até fevereiro do ano corrente, garantindo aplicação uniforme da recomposição inflacionária.
Reajuste do INSS
O novo teto do INSS foi fixado em R$8.475,55, estabelecendo o limite máximo de pagamento dos benefícios previdenciários. Para aqueles que tiveram a aposentadoria ou pensão concedida após fevereiro de 2025, o reajuste é aplicado de forma proporcional ao tempo de recebimento, garantindo atualização justa e evitando distorções entre os segurados.
Segundo dados oficiais do instituto, 13,2 milhões de beneficiários recebem valores acima do piso nacional, enquanto 21,9 milhões têm benefícios vinculados ao salário mínimo. Isso significa que aproximadamente 62,5% dos segurados são diretamente impactados pelas políticas de valorização do piso.
Pagamentos e valores
Os pagamentos de benefícios acima do salário mínimo começaram nos primeiros dias úteis de fevereiro, seguindo o número final do cartão de benefício, enquanto aqueles vinculados ao piso nacional foram liberados entre o final de janeiro e os primeiros dias de fevereiro.
Em caso de divergências nos valores recebidos, incidência de descontos de empréstimos consignados ou benefícios proporcionais por concessões recentes, é possível solicitar revisão diretamente pelo sistema oficial da Previdência, respeitando os prazos legais. Os segurados também podem consultar os valores atualizados pelo Meu INSS ou pelo telefone 135, para orientação e confirmação de dados.






