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Aprenda como juntar R$ 50 mil em apenas dois anos

Por Karoline Calumbi
20/05/2025
Em Colunas, Mais Tendências
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Foto: José Cruz/Agência Brasil

Foto: José Cruz/Agência Brasil

O Boletim Focus, divulgado semanalmente pelo Banco Central do Brasil, oferece projeções importantes para investidores que desejam alcançar metas financeiras.

De acordo com as estimativas mais recentes, os juros devem permanecer elevados até o fim de 2025, o que pode favorecer quem pretende aplicar recursos em renda fixa. Isso porque esse cenário cria oportunidades para brasileiros que buscam juntar R$ 50 mil em prazos curtos, como dois ou três anos.

Especialistas projetaram simulações de quanto é necessário investir por mês para alcançar esse objetivo, considerando diferentes aplicações. O resultado reforça que o planejamento e a escolha adequada dos produtos são decisivos para quem quer transformar metas em realidade.

Simulações mostram como juntar R$ 50 mil

Segundo simulação baseada em dados de mercado, é possível juntar R$ 50 mil em 24 meses investindo em ativos como CDBs, fundos de infraestrutura e até mesmo na poupança. A seguir, os valores mensais estimados conforme o tipo de aplicação:

  • CDB com rendimento de 100% do CDI (0,90% ao mês): R$ 1.874,80
  • Fundo de investimento em infraestrutura (1,01% ao mês): R$ 1.851,33
  • Poupança (0,50% ao mês): R$ 1.965,66

Para prazos maiores, como 36 meses, os aportes mensais são menores. No caso do CDB, por exemplo, seriam necessários R$ 1.193,08 por mês. Vale mencionar que essas projeções consideram as taxas de juros previstas até 2028, com tendência de queda gradual, o que pode afetar a rentabilidade futura.

Riscos, isenções e cuidados com cada investimento

É importante mencionar que cada modalidade tem características próprias. Os fundos de infraestrutura (FI-Infra) e a poupança são isentos de Imposto de Renda. Já os CDBs têm tributação regressiva, que varia de 22,5% a 15%, dependendo do prazo de resgate.

Outro detalhe importante é a segurança dos ativos. CDBs e poupança contam com a proteção do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), limitada a R$ 250 mil por CPF e instituição. Já os FI-Infras não possuem essa garantia, sendo recomendados para investidores com maior apetite ao risco.

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Karoline Calumbi

Karoline Calumbi

Jornalista pela UFRRJ, universidade da baixada do Rio de Janeiro. Apaixonada pela profissão e dedicada em diariamente informar e entreter os leitores.

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