Mais Tendências - Tribuna de Minas
  • Cidade
  • Contato
  • Região
  • Política
  • Economia
  • Esportes
  • Cultura
  • Empregos
Mais Tendências - Tribuna de Minas
Sem resultados
Ver todos os resultados
Mais Tendências - Tribuna de Minas
Sem resultados
Ver todos os resultados

Carne pouco lembrada está ganhando espaço da picanha no Brasil

Por Karoline Calumbi
24/12/2024
Em Mais Tendências
0

Quando o assunto é churrasco, a picanha sempre foi a estrela indiscutível das grelhas brasileiras. No entanto, um corte menos conhecido está conquistando cada vez mais espaço entre os consumidores e desafiando o reinado da picanha: a carne sete da paleta, também chamada de shoulder ou raquete. Esse corte, além de ser mais acessível, combina maciez, sabor único e alto valor nutricional, tornando-se uma alternativa de peso tanto para churrasqueiros amadores quanto para chefs experientes.

Por que o corte da carne está em alta?

Localizada na parte superior da paleta bovina, a carne sete da paleta possui uma textura que rivaliza com a do filé mignon. Tradicionalmente considerada uma carne de segunda, ela vem ganhando prestígio graças às melhorias no manejo do gado e à qualidade genética das criações, que resultam em cortes dianteiros mais macios e saborosos.

Seja grelhada, assada ou cozida lentamente, a carne sete da paleta tem se destacado pela versatilidade. No churrasco, a versão shoulder steak, cortada transversalmente e com a fibra visível ao centro, é uma das mais procuradas. Quando bem preparada, a carne fica suculenta e irresistível, conquistando até os paladares mais exigentes.

Benefícios nutricionais

Além do sabor e da textura incomparáveis, o corte é uma excelente escolha para quem busca uma alimentação equilibrada. Ele é rico em proteínas de alta qualidade, ferro, zinco, selênio e vitaminas do complexo B, nutrientes essenciais para a saúde do sistema imunológico, transporte de oxigênio no sangue e bem-estar mental.

Outro ponto positivo é que, por ser classificada entre as carnes magras, a sete da paleta apresenta menor teor de gordura e colesterol em comparação com cortes tradicionais como a picanha. Isso a torna uma opção mais saudável, sem abrir mão da suculência e do sabor marcante.

Custo-benefício imbatível

Se o sabor e a nutrição não forem argumentos suficientes, o preço certamente será. A carne sete da paleta oferece um excelente custo-benefício, sendo uma alternativa mais econômica para o dia a dia ou mesmo para ocasiões especiais, como um churrasco de fim de semana.

Ao incluir a sete da paleta no cardápio, o consumidor encontra um equilíbrio perfeito entre sabor, saúde e economia. Na próxima ida ao açougue, vale a pena experimentar esse corte versátil e cheio de benefícios. Quem sabe ele não rouba o posto da picanha no seu próximo churrasco?

Dúvidas, críticas ou sugestões? Fale com o nosso time editorial.
LogoCaro leitor,

O acesso ao conteúdo será liberado imediatamente após o anúncio.

Karoline Calumbi

Karoline Calumbi

Jornalista pela UFRRJ, universidade da baixada do Rio de Janeiro. Apaixonada pela profissão e dedicada em diariamente informar e entreter os leitores.

Próximo post

Existe um jeito certo de absorver vitamina D na exposição ao sol

Confira!

Pesquisa levanta alerta inesperado sobre uso de repelentes contra mosquitos

Pesquisa levanta alerta inesperado sobre uso de repelentes contra mosquitos

31/05/2026
Descoberta entre a relação entre suco de goiaba e melhora da anemia

Descoberta a relação entre suco de goiaba e melhora da anemia

31/05/2026

Descoberta impressionante mostra dieta de dinossauro preservada por milhões de anos

31/05/2026

Copyright Tribuna de Minas. Todos os direitos reservados. É proibida a reprodução do conteúdo dessa página em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem a autorização escrita da Tribuna de Minas

Contato

Bem-vindo de volta!

Faça login abaixo

Esqueceu a senha?

Recupere sua senha

Insira seu nome de usuário ou endereço de e-mail para redefinir sua senha.

Log In

Adicionar nova Playlist

Sem resultados
Ver todos os resultados
  • Contato

Tribuna de Minas