Quem acompanhou a partida entre Fluminense e Chapecoense neste domingo (26) pela 13ª rodada do Brasileirão, observou que o árbitro Sávio Pereira Sampaio foi chamado pelos árbitros assistentes de vídeo para checar dois lances no VAR. O que chamou a atenção dos torcedores presentes no Maracanã não foram as decisões do juiz, mas o local onde as jogadas foram revisadas: no lado contrário do banco de reservas.
A jornalista Gabrielle Gomes, do portal Ge, apurou que a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) decidiu no início do Campeonato Brasileiro deste ano a remoção do espaço onde fica o monitor de revisão do VAR. Com exceção da Vila Belmiro e do Maião, todos os estádios da Série A reservavam o espaço para o VAR no meio de campo ao lado dos bancos de reservas das equipes. Com a nova regra, todos os estádios passarão a ter revisões no outro lado do estádio.
No entendimento da entidade, a decisão de inverter o local das revisões vai auxiliar os árbitros nas checagens, sem a presença de integrantes das comissões técnicas e jogadores reservas para pressionar os profissionais.
Além da partida no Maracanã, o árbitro de campo da partida entre Bahia e Santos, Ramon Abbati Abel, também foi chamado para revisar um lance de pênalti para a equipe paulista no monitor do VAR próximo a torcida da equipe baiana.
Reclamações com o VAR
Apesar de ser uma ferramenta de auxílio para os árbitros nas partidas, o árbitro de vídeo continua sendo objeto de polêmica entre os torcedores brasileiros. De modo especial, os torcedores do Vitória estão na bronca com os profissionais que revisam as jogadas na cabine do VAR.
O presidente do clube, Fábio Mota, chegou a declarar que o clube baiano foi novamente prejudicado por decisões controversas da arbitragem, citando os lances capitais na partida contra o Flamengo na última quinta-feira (23) pela Copa do Brasil, e no duelo contra o Athletico Paranaense neste domingo (26).





