A Nestlé anunciou um ciclo de investimentos de cerca de R$ 1,5 bilhão no segmento de cafés no Brasil até 2028, com foco na inovação e na expansão do consumo dentro e fora do lar.
O plano inclui a ampliação do parque de máquinas da Nestlé Professional, o maior da companhia no mundo, reforçando a relevância estratégica do país.
A divisão Nestlé Professional já responde por cerca de 10% do negócio no Brasil e atua no consumo fora do lar com soluções integradas que reúnem produtos, equipamentos e serviços técnicos para ambientes como empresas, hotéis, hospitais e redes de conveniência.
A estratégia se insere em um contexto em que o “cafezinho” ocupa papel central na cultura brasileira, funcionando como um hábito cotidiano que atravessa espaços de convivência social e profissional e sustenta a expansão desse tipo de consumo em diferentes pontos de contato com o consumidor.
Hábito do cafezinho milionário
Operação e escala
- A Nestlé Professional conta com cerca de 30 mil máquinas instaladas no Brasil.
- A operação atende aproximadamente 50 mil clientes.
- As máquinas servem cerca de 700 mil xícaras de café por dia no país.
- O segmento já ultrapassa 26,5 mil equipamentos em operação e segue em expansão.
Relevância do segmento
- O consumo fora do lar ganha peso pelo maior valor agregado em relação ao consumo doméstico.
- A busca por qualidade, conveniência e experiências mais sofisticadas impulsiona esse mercado.
Desempenho e potencial de crescimento
- Em 2025, o segmento cresceu 15% no Brasil, acima da média do setor.
- A Nestlé estima que apenas 30% do consumo de café ocorre fora de casa, o que indica espaço para expansão.
- O Brasil é o terceiro maior mercado da Nestlé no mundo e peça-chave na estratégia global.
Investimentos e tecnologia
- A companhia investe cerca de R$ 150 milhões em cafés, incluindo máquinas, produtos e serviços.
- Há mais R$ 50 milhões destinados ao food service.
- A empresa usa inteligência artificial e análise de dados para prever demanda, ajustar a oferta e melhorar a eficiência operacional.
A operação é sustentada por uma ampla rede de técnicos responsáveis pela manutenção dos equipamentos em todo o país, garantindo continuidade e qualidade do serviço.






