No Brasil, muitas pessoas ainda utilizam o RG antigo, mas é fundamental estar atento às suas restrições, principalmente em viagens e situações que exigem identificação oficial. O Registro Geral não possui validade determinada dentro do território nacional.
Para prevenir problemas, autoridades orientam que o RG seja renovado a cada dez anos. Essa atualização é crucial em situações que exigem verificação detalhada da identidade, como embarques em aeroportos, transações bancárias, matrículas escolares e outros procedimentos oficiais.
RG antigo para viagens
Em voos domésticos, é possível embarcar mesmo com um RG antigo, desde que o documento esteja bem conservado e a fotografia permita identificar claramente o titular.
Caso o documento esteja danificado ou a foto não corresponda à aparência atual, o embarque pode ser negado.
Em viagens internacionais, o passaporte permanece obrigatório na maior parte dos países. Nos países do Mercosul, o RG pode ser aceito, desde que tenha sido emitido nos últimos dez anos, garantindo que a fotografia represente de forma fiel a aparência atual do viajante e reforçando a segurança nas fronteiras.
Antes de embarcar, é essencial conferir a data de emissão, o estado de conservação e o destino da viagem, garantindo que o documento seja aceito e evitando contratempos em aeroportos ou outros procedimentos oficiais.
Nova CIN
Com a implementação da nova Carteira de Identidade Nacional (CIN), a substituição do RG antigo ocorrerá de forma gradual. A CIN utiliza o CPF como número único de identificação e pode ser emitida em versão física ou digital pelo aplicativo Gov.br.
O documento traz recursos de segurança modernos, como QR code e dados biométricos, seguindo padrões internacionais, e a primeira via é gratuita mediante agendamento. A troca será obrigatória até 28 de fevereiro de 2032.
A validade da CIN varia conforme a idade: cinco anos para crianças menores de 12 anos, dez anos para pessoas entre 12 e 60 anos e sem limite para maiores de 60 anos.
Durante o período de transição, o RG antigo ainda é aceito para identificação civil e voos domésticos, embora a atualização seja recomendada, sobretudo para viagens internacionais e situações que exigem verificação rigorosa da identidade.






