A moda pet ganha força como eixo econômico do mercado global de animais de estimação, com destaque para o Brasil, terceiro maior do mundo em faturamento. Em 2023, o setor pet brasileiro movimentou cerca de R$ 69 bilhões, dentro de um mercado global estimado em US$ 180 bilhões.
No cenário internacional, o vestuário pet deve crescer de US$ 7,1 bilhões em 2025 para US$ 9,8 bilhões até 2031, impulsionado pela humanização dos animais, pelo consumo premium e pela entrada de marcas de luxo e esportivas, que consolidam o conceito de pet couture.
Pet de luxo
Grifes tradicionais passaram a investir de forma estruturada no desenvolvimento de linhas voltadas a animais de estimação, convertendo roupas e acessórios pet em itens de alto valor agregado, associados a design, status e inovação tecnológica.
Entre os exemplos mais citados dentro desse cenário estão marcas como:
- Moncler: lançou coleções de vestuário premium para cães, com foco em luxo e tecnologia têxtil.
- Moschino: apresentou roupas e acessórios pet em coleções e desfiles, reforçando o conceito fashion no segmento.
- Ralph Lauren: explorou o mercado com acessórios e itens de lifestyle para animais.
- Adidas: investiu em coleções cápsula de roupas e acessórios para cães, aproximando esporte e mercado pet.
- Poldo Dog Couture: marca italiana especializada em moda pet de luxo, com colaborações com casas tradicionais da moda.
- Louis Vuitton: atua no segmento com acessórios premium, como coleiras, bolsas de transporte e itens de viagem para pets.
- Gucci: também investe em acessórios de luxo para animais, posicionados como extensão do lifestyle dos tutores.
Além do segmento de luxo tradicional, marcas independentes e especializadas também ganham relevância. Essas empresas costumam apostar em peças sob medida, tecidos técnicos, materiais sustentáveis e coleções limitadas, respondendo à demanda crescente por personalização, conforto e responsabilidade ambiental dentro do universo pet fashion.






