Minas Gerais ganhou projeção no cenário gastronômico internacional ao integrar a lista dos Melhores Lugares para Comer em 2026, elaborada por especialistas estrangeiros das áreas de turismo e gastronomia.
A seleção destaca a culinária mineira como uma referência de qualidade, capaz de transitar entre diferentes culturas e corresponder às exigências do mercado global. Com a inclusão no ranking, o estado se consolida como um destino gastronômico de alcance internacional, reconhecido por combinar tradição rural, domínio técnico e uma identidade culinária singular.
Ranking de gastronomia
A distinção internacional se soma a outros reconhecimentos recentes que têm ampliado a visibilidade da gastronomia mineira no exterior. Em rankings elaborados pelo TasteAtlas, a cozinha do estado foi apontada como a melhor do Brasil e incluída entre as 30 mais bem avaliadas do mundo, com receitas emblemáticas — como o pão de queijo e o queijo Canastra — figurando entre os destaques em categorias internacionais.
As classificações evidenciam a solidez e a identidade própria da tradição culinária regional. Nesse contexto, a produção de queijos artesanais desponta como um dos principais fundamentos dessa projeção. Em 2025, estimativas indicaram que aproximadamente 75% da produção familiar em Minas Gerais esteve vinculada a esse setor, reunindo milhares de produtores dedicados à preservação de técnicas e saberes transmitidos de geração em geração.
Destaque para Minas Gerais
Reconhecida como patrimônio cultural imaterial, a produção artesanal de Minas Gerais ganhou destaque com eventos como a ExpoQueijo Brasil, ampliando a presença do estado no mercado global. O reconhecimento da culinária regional também impulsiona o turismo, atraindo visitantes interessados em cultura, história e gastronomia.
Cidades históricas como Ouro Preto, Tiradentes e Diamantina unem patrimônio arquitetônico à cozinha local, enquanto rotas do café, do queijo e do agronegócio fortalecem a interiorização do turismo. Belo Horizonte se consolida como polo gastronômico, reunindo bares tradicionais, cozinhas populares e restaurantes de alta gastronomia que reinventam receitas clássicas sem perder a identidade. Espaços como o Mercado Central refletem a mistura entre o rústico e o sofisticado.






